Portal de Eventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), ​I Simpósio de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente do Vale do São Francisco ISBN: 978-85-92656-05-8

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Sepse na Emergência Hospitalar: Uma revisão de literatura
Diego Rislei Ribeiro, Cicero Natan dos Santos Alves, Nathália Xavier Lima, Neiliane Maria Alencar, Thainara Kauanne Pacheco Almeida

Última alteração: 2018-06-01

Resumo


IV – Infecção Hospitalar e Segurança do Paciente

Diego Rislei Ribeiro1, Cicero Natan dos Santos Alves2, Nathália Xavier Lima2, Neiliane Maria Alencar2, Thainara Kauanne Pacheco Almeida2

1 Discente/Autor – Universidade de Pernambuco (diegorisley@hotmail.com)

2 Discente/Autor – Universidade de Pernambuco

Introdução: A mortalidade global da sepse se reduziu nos últimos 20 anos, mas a incidência da síndrome é cada vez maior, o que justifica o aumento do número de mortes ano a ano. Além da grande mortalidade associada a essa condição, a morbidade e consequentemente os custos do tratamento também são bastante elevados.  Objetivo: Realizar uma revisão da literatura para verificar a fisiopatologia da sepse e o seu tratamento na emergência hospitalar com vistas a oferta de medidas de segurança ao paciente. Metodologia: Consultaram-se as seguintes bases de dados: PUBMED, LILACS e MEDLINE; utilizando os descritores: emergências, sepse, atendimento precoce. Foram incluídos ensaios clínicos, revisões da literatura e estudos de casos que abordassem o tema em questão, sendo estes publicados entre o ano de 2010 a 2018. Resultados e discussão: Este trabalho compreende a revisão de 9 artigos científicos. Pneumonia é a infecção mais comumente identificada. Pacientes com mais de 65 anos apresentam maior mortalidade e a tendência é que o número de casos de sepse aumente. O uso indiscriminado de antimicrobianos e o consequente surgimento de resistência bacteriana a essas drogas representam um desafio a mais. Sepse é definida como uma síndrome da resposta inflamatória sistêmica de causa infecciosa. Por fim, choque séptico é definido como hipotensão arterial sistêmica que persiste após a ressuscitação volêmica ou que necessita de drogas vasopressoras para manter a PAM > 90 mmHg. Conclusão: Esforços devem ser feitos para aumentar a percepção dos profissionais em perceber as implicações do choque em suas fases iniciais e tratar agressivamente. Quanto mais precoce o tratamento, melhor o prognóstico. As primeiras 6 a 12 horas do tratamento são essenciais e se associam à redução da morbimortalidade.

Palavras-chaves: Emergências, Sepse, Infecção Hospitalar

Referências:

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Palavras-chave


Emergências; Sepse; Infecção Hospitalar

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