Portal de Eventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), III Congrefor & III Simpósio de Residências em Saúde - ISBN 978-85-60382-68-2

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EDUCAÇÃO PERMANENTE: UMA FERRAMENTA PARA A PRÁTICA DA ENFERMAGEM
Andrea Farias Patriota, Midiã midi_gomes@hotmail.com Gomes da Silva Rêgo, Lais Caroline martins Farias, Tâmara Silva de Lucena, Joice Fonseca Costa, Nêmora Lígia de Souza Santana, Khesia Kelly Cardoso Mattos, Larissa Karla Rocha Siqueira, Stella Vasconcelos Bezerra, Rejane Cristiany Lins de França Pereira

Última alteração: 2015-11-05

Resumo


A educação permanente no setor saúde é considerada uma ferramenta que contribui de forma significativa para efetuar relações entre o ensino e as ações de serviços, assim como docência e atenção à saúde. Compreende-se e discute-se a educação permanente como construção compartilhada de conceitos que supera a cultura organizacional baseada na centralidade de decisões. Dessa forma, este relato de experiência tem como objetivo descrever a vivência de enfermeiros mediante atividades de educação permanente com profissionais de enfermagem sobre a assistência prestada ao recém-nascido. Foi realizada uma capacitação durante o mês de abril de 2015com 15 enfermeiros que atuavam na sala de parto e alojamento conjunto de um hospital pernambucano de referência em gestação de alto risco. Para a capacitação, utilizou-se recursos audiovisuais, textos clássicos e exposição oral de condutas pela normatização, que abordaram o tema “Assistência de enfermagem ao recém-nascido nos seus primeiros dias de vida”. Aplicou-se um pré-teste e um pós-teste,ambos compostos de nove questões de múltipla escolha e uma questão aberta,que ocorreu em um auditório, nas dependências da referida instituição de saúde.Os resultados do pré-teste e pós-teste destacaram que, quanto aos materiais disponíveis para receber o recém-nascido na sala de parto, 55% dos enfermeiros acertaram no pré-teste e 79% no pós-teste. Quanto ao melhor momento para clampear o cordão, os profissionais obtiveram 30% de acertos no pré-teste e 83% no pós-teste. Em relação às medidas utilizadas para prevenção de infecção e sangramento, apenas 15% acertaram no pré-teste e 63% no pós-teste. Dessa forma, a partir dos resultados dessa dinâmica, pode-se perceber que a maioria dos enfermeiros não possuíam conhecimento prévio sobre a temática. Entretanto, apósas ações de educação permanente realizadas, houve uma ampliação do conhecimento dos mesmos. Assim, a educação permanente em saúde é instrumento importante que prepara a equipe, propondo mudanças para melhoria da qualificação do trabalho. O modelo utilizado permitiu aos enfermeiros uma maior reflexão sobre a assistência aos recém-nascidos, de modo que obtiveram maiores desempenho ao realizarem o pós-teste. Todavia, para que a educação permanente seja mais eficaz é necessário o interesse e participação de toda a população-alvo.


Palavras-chave


Educação permanente; Cuidados de enfermagem; Recém-nascido

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